Runbook de disaster recovery: o que documentar
O runbook de DR é lido sob pressão, de madrugada, talvez por quem não o escreveu. Veja o que precisa estar dentro, os erros que o tornam inútil e como mantê-lo vivo.
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Contra ransomware, backup convencional pode ser parte do problema. Entenda imutabilidade, air gap, a regra 3-2-1-1-0 e por que o RTO de um ataque é maior que o de uma falha física.
DR drill é simular o desastre e executar o plano de verdade — diferente de testar restore. Conheça os quatro níveis de exercício, o que medir e com que frequência repetir.
Hot, warm e cold site são níveis de prontidão do ambiente de contingência. Entenda o custo e o RTO de cada um, e por que a escolha é por sistema, não por empresa.
Replicação síncrona entrega RPO zero mas limita a distância entre sites. Assíncrona libera a geografia e aceita uma janela de perda. Entenda o trade-off e como escolher.
Failover é a transição da operação do ambiente principal para o secundário. Entenda os modelos manual, assistido e automático, o risco de split-brain e o que testar antes do desastre.
Backup é a cópia de dados para permitir restauração em caso de perda ou corrupção. Disaster Recovery (DR) é o conjunto de processos, infraestrutura e
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Reunião para entender seu desafio
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